quinta-feira, 27 de maio de 2010

Ódio


Que coisa difícil de lidar. Palavra tão pequena, mas ao mesmo tempo tão pesada.
Ódio de tudo, tudo a minha volta, tudo que me faz ficar triste. Ódio de me revoltar e mandar tudo e todos se ferrarem. Dane-se o mundo, danem-se as pessoas, dane-se o dinheiro, quem saiba... Dane-se a vida!
Pessoas querendo fazer o melhor e recebendo olhares estranhos. O mundinho sem sentido.
Ódio das opiniões. Qual razão, motivo ou circunstância que leva as pessoas a dar conselhos ruins e invejosos? Qual?
Ódio que me faz rolar na cama e chorar feito criança. Algo me “come” pro dentro, e não me deixa gritar!
Não quero isso pra mim, nem pra você. Eis a questão... Como se livrar de algo tão forte?
Vivendo e aprendendo! És aquilo que procuras.
Dance e pinte a cara, esconde o que te rodeia por um tempo, algo bom não será, mas quem saiba o mundo um dia irá de gratificar.
“Livrai-nos do mal. Amém!”

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Maldito final de semana


Estou lendo o livro chamado “Beber, jogar e f@#er” de Andrew Gottlieb. Estava pronta pra criticar o livro e dizer que homens só pensam nisso. E não entrava na minha cabeça (muito teimosa, por sinal) que as pessoas conseguiriam viver apenas bebendo. Ponho-me a escrever a parte de beber, pois foram os capítulos que eu terminei de ler (até rimou).
Comprovadamente todas as pessoas têm uma queda por bebida. Eu tive a queda clássica esse final de semana. Imagina tu ter que entrar na festa virando um martelinho de tequila e sentir tudo queimar dentro de ti. Pois não foi somente isso.
No auge dos meus dois copos de cerveja após o martelinho já senti as bochechas (maldita parte feminina que indica o nível alcoólico!) vermelhas. Que suador. Que vontade de sair pulando e dançar como louca.
Mas não foi só a cerveja e a tequila, foram as batidas de uva e de morango e mais energético. Que mistura. Renderam-me um belo tombo, ou foram dois? (na verdade acho que foram dez!). Bendito domingo posso dizer, pois se fosse a segunda seria um terror.
Meu fígado segundo algumas pessoas teve que ser retirado e posto no varal pra escorrer o álcool que o banhava. Que vergonha! São esses finais de semana que rendem “bons” comentários para o mês inteiro.
Bom. Tentarei dar uma dica ao meu texto não acabado.
“Se for beber, beba no sábado, pois o domingo é curto, mas digno de uma cama. Não beba no domingo, pois a segunda é longa e digna de muita dor de cabeça. Beba moderadamente. E se tiveres uma “pequena” queda a bebidas alcoólicas, não vá a uma festa com bebida liberada.”

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Ai, essas mulheres!

Quando estou triste não sou aquela maníaca por chocolates.
Não conheço muito bem o meu signo (Que vergonha!). Mas tendo em vista duas pessoas que me acompanham a mais de um ano, que são minha concunhada e minha sogrita, ambas librianas como eu. Venho-os lhes dizer que somos de uma raça calma, bem mentes abertas e muito choronas, uma desaba no colo da outra.
Na última semana comprovei um fato que já vem sendo corriqueiro comigo.
Sim. Sou compulsiva por compras.
Compras, compras e mais compras.
Minha sogra já fez isso umas duas, três ou quatro vezes. O importante é levar muito, mas muito mesmo. E sim, minha concunhada já fez isso também!
Ah... Meus sapatos estão de lado agora. Venho cá falar que agora ando comprando botas, querendo as de salto baixo, mas sendo teimosa comigo mesma e comprando as de salto alto.
Ontem eu comprei. Tipo... Comprei mesmo!


Apenas vim aqui demonstrar o meu ato feliz e infeliz ao mesmo tempo. Ô, lá se vão meses pagando contas. Mas convenhamos, mulheres são dignas de estourar o cartão.
Feliz da mulher que consegue manter seu limite intacto.
Ai, ontem eu comprei (repetindo a frase) e conto que estou feliz. Não por ter que pagar quase $700,00, mas por ter a sensação de ter devorado quinhentas barras de chocolate (de preferência Tortuguita recheada).
Será que posso concluir dizendo:
“Essas mulheres librianas” ou
“Todas essas mulheres”?

P.s.: Faltou colocar a meia-calça preta na foto.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Grande decepção



Não que eu seja viciada por futebol. Longe disso. Eu olho lá de vez em quando, principalmente num dia de chuva, e sim, só nas eliminatórias (será isso mesmo?).
Mas nem por isso vou deixar de expressar minha decepção ao não ver o goleiro Victor do Grêmio entre os convocados para a Copa do Mundo, e ainda ter que ver que o Dunga citou que “ele não teve muitas chances de defender a seleção”. Mas não é só ele, apenas ressaltei por ter visto os últimos três jogos do Grêmio, e se não fosse por ele, não sei o que seria do meu time. Cabe ao Dunga o arrependimento depois.
Esperava ver os furacões do futebol Neymar e Ganso do Santos jogando. E jurava que o Dunga estava fazendo apenas joguinho ao deixar Ronaldinho Gaúcho fora (Poxa vida... Ele foi e sempre será fenômeno!). Infeliz decisão do “renomado capitão da Seleção Brasileira”.
Acho que era isso.
Revoltada em parte com a convocação desse time pra Copa, o que me resta é torcer, e tentar enganar meu pensamento quanto à chance do meu país ganha a Copa.


Obs.: Escrevi sim o texto nas cores do Grêmio!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Salve, salve Dona Nair!


Como queria dizer que minha mãe é perfeita e que tudo ao lado dela é mil maravilhas, mas não é bem assim. Toda filha única sabe que existe muita cobrança. É... “Filha tu pode pagar uma conta pra mim? Vem junto comigo comprar um sapato que eu na sei escolher sozinha?” Ou o que mais costuma acontecer no meu caso. “Bruna, quando tu chega no consultório me dá um toque no celular? Tu sabe que eu fico preocupada contigo andando de moto pra lá e pra cá.”
Mas convenhamos, não deve ser nada fácil carregar algo dentro de ti por quarenta semanas e entregar-lhe ao mundo depois (Fico me imaginando sendo mãe. Xiii!). Vim elogiar minha mãe pelo o que ela faz e não dar lição de moral e muito menos reclamar das briguinhas cotidianas.
Bom. Meu pai nos abandonou quando completei nove aninhos, (bem no dia) isso mesmo, dia 1° de outubro de 1999. Dai depois só surgiram problemas, era gente cobrando as dividas do meu pai, e adivinha nas costas de quem isso caia? Da minha mãe. Tadinha, só quem conviveu com isso sabe, lá se foram três anos pagando contas e mais contas. Eu querendo um tênis novo e nada, queria uma calça e nada, quantas roupas de primas eu usei. No auge do meu crescimento ela deixou bem claro que eu tinha direito a uma calça, uma blusa e um tênis por ano.
Mas ela me fez batalhar por muitas coisas, quem diria que com 14 anos já estaria trabalhando em um escritório de advocacia. E lá se vão cinco anos, não no mesmo escritório, mas sim cinco anos podendo compra meu tênis novo, minha calça jeans e meus famosos sapatos tão poucos usados devido ao meu “pequeno tamanho” (refiro-me aos meus 1,81m de altura).
Ano passado quando ela me entregou a moto, falou toda cheia de orgulho. “Viu só Bruna. Hoje eu me considero uma mulher vitoriosa, pois realizei um sonho teu e meu. Hoje posso dizer que comprei isso à custa do meu suor, sem a ajuda de nenhum homem”. Depois disso o que eu posso dizer pra ela? Vá em frente mãe! Levanta a cabeça e diz, EU VENCI!
Parabéns pelo teu dia, e pelos obstáculos que tu passaste Dona Nair Assmann, e por nunca ter abaixado a cabeça. Tenho muito orgulho de dizer que sou tua filha e poder te beijar nesse dia. TE AMO MÃE